Por Miguel Toscano e Pedro Henrique de Paula

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Cotas, conhece?

Algum tempo atrás, muitas pessoas acreditavam que, aquelas que não fossem como elas(ou como a maioria), não tinham o direito de viver. Elas pensavam que, se alguém tivesse uma cor um pouco mais escura ou pensamentos diferentes das delas, não deveria ter as mesmas "regalias". O problema é que nada mudou... Muita gente ainda pensa assim. Isso se chama "Pré-conceito". E lembra muito o tal do Nazismo.
O sistema de cotas foi inventado com o objetivo de estabelecer uma dita "igualdade" entre os diferentes tipos e as diferentes situações de cada ser humano. Os inventores deste sistema chamavam-no de "igualdade de raças". O grande problema é que eles esqueceram de ler o dicionário para saber que o conceito de raça não é bem esse. A nossa raça é a humana. Se existe alguma diferença entre os humanos, é a de etnias.
Esse conceito errôneo passa uma ideia de que, quem não é como a maioria, não é "gente".
Sistema de cotas:
Benefícios: 0%
Malefícios: 100%

Existem cotas em todos os lugares: 
- Já viu aqueles comerciais de televisão que sempre tem um monte de gente feliz, daí uma é sempre negra, outra é sempre oriental e o resto todo é branco?
- Já viu que, antigamente, o super-herói da DC "Lanterna Verde" era branco e, de repente, virou negro?
- Já viu a quantidade de gente que entra numa faculdade pública por ser negro, filho de policial morto em combate ou estudante de colégio público, mas que não dura nem o primeiro período por falta de base educacional?
Estas mudanças feitas pelo "poder supremo" nada mais são do que valores que implicam no maior destaque da ideia de que somos diferentes e de que, aqueles que se diferenciam da maioria, têm que ser tratados como pobres coitados. "Pra quê estudar? Tenho cota mesmo... foda-se".
Uma minoria quer, realmente, nos manipular. E eles conseguem isso até hoje.
Ainda tenho esperança de que, um dia, acontecerá uma enorme revolução. Uma revolução por aquilo que realmente é necessário e justo. Aquilo pelo qual vale a pena lutar. Aquilo que chamamos de RESPEITO.
Se liga.

                            

Capataz pulsante

Primeiramente, gostaria de pedir umas belas desculpas pelo tempo que ficamos sem postar alguma coisa. Espero que o post de hoje compense o tempo perdido.

O tempo é algo subjetivo. Abstrato. Você pode me dizer que o tempo é a maratona constante realizada pelos ponteiros de um relógio. A corrida frenética onde o ponteiro dos segundos, confiante e prepotente como um adolescente, parece estar sempre ganhando. Mas sempre se esquecendo que o seu passo é ditado pela paciência dos minutos, e pela experiência (também paciente) das horas.
O tempo é algo objetivo. Concreto. Você pode me dizer que o tempo é o percursso constante realizado pelos ponteiros de um relógio. A volta eficaz onde o ponteiro dos segundos, convencido e arrogante como um adolescente, parece estar sempre ganhando. Mas sempre se esquecendo que está destinado a ser ultrapassado pela constância dos minutos, e pela perseverança (também constante) das horas.
Oitavas de final do mundial de basquete. 81 para a Argentina contra 77 para o Brasil. 4 minutos de jogo. Muito tempo para pouco ponto. Pouco tempo para muito jogo.
O tempo é um capataz pulsante. Ditador dos atrasados. Impessoal para com os pontuais. Um mero impulso para os adiantados. O tempo é relativo, assim como tudo na vida. Um pão pode ser nada, como também pode ser tudo. O que são alguns segundos para um lavrador que espera o nascimento de sua plantação? O que são alguns segundos para um time que está perdendo de 4 pontos num jogo de basquete? O que são alguns segundos para um paciente em estado terminal de câncer?
O tempo é algo que passa. É algo que vai passar. É algo que está passando. É algo que passou. O tempo está aqui, agora e quando vemos, não está mais. Já estamos atrasados.
Por enquanto, é só isso que lhe ofereço, leitor. Minha inspiração não dura muito. Mas até achar alguma coisa digna de ser escrita, é pura e simplesmente uma questão de tempo.

Cara nova

Caros leitores,
após um tempo parados, nós estamos de volta com algumas coisas diferentes.
A partir deste post você vai ler apenas redações feitas por mim e por Miguel Toscano, além das notícias quentinhas de João Rafael.
Esperamos que continuem nos acompanhando e que nos enviem comentários para que o blog continue melhorando cada vez mais!
Um abraço.